Romão Pereira Filgueira Sampaio
(✭25-01-1843, ✟31-10-1918) - (filho de 36 - Joaquim Manoel Sampaio e 37 - Francisca Quesado Martins Filgueira) Coronel da Guarda Nacional. Foi o primeira prefeito de Salgueiro-PE e o fundador de Serrita. O coronel Romão, como era conhecido, coronel da guarda nacional, primava, segundo relatos, pela educação e diplomacia. Fala Mansa, persuasivo, impôs a sua liderança política em Jardim – Ceará, Salgueiro e Serrita – Pernambuco, e em Jardim, aliado dos seus parentes.
Galdino Gonçalves Lima (Capitão Galdino)
(✭entre 1830/1840, ✟20-11-1902) - (filho de 76 - Gonçalo Costa Lima e 77 - Anna Araújo da Fonseca) Capitão. Foi conselheiro municipal (1861/1864) e 1° sub-prefeito de Villa Bella (1892/1895). Seu inventário foi iniciado em 22 de abril de 1903, pela viúva inventariante Carolina Gonçalves Lima. Era proprietário de uma parte de terra no sítio São João (avaliada em 500 mil réis), uma parte de terra no sítio Serrote Branco (avaliada em 350 mil réis) e uma parte de terra no sítio Bom Jesus (avaliada em 16 mil réis), todas nas proximidade do distrito de Santa Rita, em Serra Talhada - PE. (Luiz Ferraz Filho).
Diário de Pernambuco. Recife, 12 de set. 1889, a. LXV, nº 206, p. 2, c. 5. "De uma carta de Belmonte, datada de 26 de Agosto proximo findo, copiamos os seguintes topicos, que se referem ao infausto passamento do nosso honrado amigo o Dr. Arconcio Pereira da Silva, lamentavel acontecimento de que já demos conhecimento aos leitores: «No dia 17 do corrente, ás 10 1/2 horas da noite, achando-se em companhia do digno vigario Siqueira Torres e de outros amigos, n'uma reunião familiar, a conversar sobre o nada da vida humana, expirou repentinamente o nosso querido juiz de direito Dr. Arconcio Pereira da Silva. «Ultimamente vivia elle a queixar-se do coração, e de momento a momento aggravavam os seus males. «Ao enterro do inditoso moço concorreram para mais de 200 pessoas de todos os credos politicos, pois era elle grandemente estimado nesta comarca. «Á beira da sepultura pronunciou sentidas palavras de despedida o advogado Melquisedeche de Vasconcellos. «O Dr. Arconcio deixa viuva e tres filhos menores, na maior probreza»."
Gonçalo Costa Lima Foi proprietário das Fazenda Soledade e São João, em Serra Talhada (PE), no inicio do século XIX. Foi ele o patriarca da família "Goncalves Lima", no qual o local foi por diversos anos conhecido como São João dos Limas, famoso local onde nasceu o primeiro padre (Antônio), o primeiro juiz de direito (Joaquim) e primeiro promotor-publico (Miguel) de Villa Bella, em 1851, quanto na organização dessa nova cidade criada no interior pernambucano.
José Balsabino Gonçalves Lima
(✭1830, ✟15-06-1898) - (filho de 156 - José Gonçalves Lima e 157 - Antônia Vicência de São Joaquim) Foi nomeado oficial escrivão do registro civil (1869/1871), depois Tabelião Público de Villa Bella (1871/1878) e Coletor Estadual em Triunfo (1878/1898). Constam ainda outros filhos do primeiro casamento, mas não foi possível entender a caligrafia.
Manoel Salvador da Cruz
(✭1810, ✟16-06-1873) - (filho de 188 - Luiz Rodrigues da Cruz e 189 - Maria de Barros da Assunção) Capitão. Foi criado na Fazenda Panela D'Água, por suas tias Clara Lina da Silva e Ana Maria Diniz, que o fizeram herdeiro único dos seus bens. Fundou a Fazenda Água Branca, em terras da Panela D'Água, Floresta, onde morava. Foi subdelegado (1845 a 1847) de Fazenda Grande e também membro da primeira Câmara Municipal de Floresta (de 1846 a 1849 e de 1849 a 1856), quando a sede ainda estava na Vila de Tacaratu.
Generosa Pereira da Silva
(✭1826, ✟01-10-1889) - (filha de 210 - Simplício Pereira da Silva e 211 - Maria José Barbosa) Consta em documento de casamento com José, o nome como sendo Generosa Maria da Silva e que tinham 19 anos de idade. Fonte: Sérgio Elias Wanderley. História Municipal, por Joaquim Pereira da Silva. No inventário de Sua mãe 02.04.1829, é declarada com 3 anos, portanto, nascida em 1826. Por : Joaquim Pereira da Silva #49258.
José Lopes Diniz
(✭18-03-1760, ✟1838) - (filho de 352 - Manoel Lopes Diniz e 353 - Maria de Barros da Silveira) Capitão. Batizou-se na Capela de N. S. da Conceição, tendo como padrinhos Francisco Rezende Bezerra e Rosa Maria do Nascimento. Residia na fazenda Panela D'Água, município de Floresta, PE.
De acôrdo com pesquisas realizadas por Jaime Roberto, calcula-se que sua data de falecimento ocorreu antes de 1841, provavelmente 1838, pois consta na fonte de casamento de seu filho, Francisco Barros de Nascimento, datada de 1841, a segunte frase: "filho legítimo do falecido Sr. José Lopes Diniz e sua esposa Josepha Gonçalves Torres.".
Luiz Rodrigues da Cruz
(✭1779) - (filho de 356 - Francisco Rodrigues da Cruz e 357 - Maria Rosa de Jesus) Capitão-de-Conquista. Tomou parte em diversos movimentos revolucionários ocorridos no Nordeste. Em 1824, foi chamado para combater os revolucionários do Maranhão, chegando até Oeiras, no Piauí, onde adoeceu e teve que regressar para Pernambuco. Por essa razão, foi considerado traidor ou desertor, ficando preso por seis meses na cadeia de Flores - PE. Em 1832, combateu ou foi partidário do General Pinto Madeira, na famosa Guerra do Pinto, no Ceará, onde foi morto em combate o seu filho Capitão Francisco Antônio de Barros. Também tomou parte na revolução da Serra Negra, em 1848, combatendo as forças do governo, ao lado do seu parente José Rodrigues de Moraes, neto do primeiro dono daquela serra, João Rodrigues de Moraes, morto em 1832.
Manoel de Carvalho Alves
- (filho de 360 - Jerónimo Coelho de Carvalho e 361 - Maria Fernandes Cardoso) Fidalgo português. Foi o primeiro Carvalho que chegou a antiga Fazenda Grande, atual Floresta-PE, atravessando o Rio São Francisco, vindo da Bahia e se estabelendo na Fazenda São Pedro, em Floresta-PE, dando origem a essa família no Sertão do Pajeú, do São Francisco e grande parte de Pernambuco.
Manoel Lopes Diniz Filho
(✭1751, ✟1839) - (filho de 364 - Manoel Lopes Diniz e 365 - Maria de Barros da Silveira) Coronel. Fazendeiro e boiadeiro no Sertão, era conhecido por Coronel do Brejo, em referência à Fazenda Brejo do Gama, Floresta - PE, onde morava, arrendada da Casa da Torre da Bahia. Foi nomeado Coronel das Entradas do Distrito de Tacaratu e Flores, em 15-10-1781 e 19-12-1788, respectivamente. De 1801 a 1803 era Juiz Ordinário do Julgado do Sertão do Pajeu (Flores). Com a instalação da Vila de Flores, foi nomeado Capitão em 27-05-1811.
Manoel Pereira da Silva
(✭1797, ✟02-05-1862) - (filho de 416 - José Pereira da Silva (Capitão Zezinho) e 417 - Jacintha Osséria de Santo Antônio) Militar. Coronel da Guarda Nacional, Comandante Superior das Ordenanças de Flores, Ingazeira e Vila Bela, Cavaleiro de Cristo e Comendador da Imperial Ordem da Rosa. Foi a maior figura do clã dos Pereira, chefe político da família e liderava o partido Conservador no Brasil Imperial naquela região. Proprietário da fazenda Belém (sengundo Venício Feitosa Neves).
Simplício Pereira da Silva
(✭1784, ✟10-01-1859) - (filho de 420 - José Pereira da Silva (Capitão Zezinho) e 421 - Jacintha Osséria de Santo Antônio) Tenente Coronel da Guarda Nacional. Proprietário da Fazenda Olho d'Agua. Revolucionário. Casou duas vezes. Chegou ao título de Coronel da Guarda Nacional e foi o maior desbravador daquela mata virgem. Tornou-se uma lenda em sua época, os seus feitos são extensos, participou ativamente no sertão de várias convulsões políticas que se sucederam após a abdicação de D. Pedro I. (Fonte: A chegada de Sinhô Pereira ao Cariri Cangaço Parte I Por: Jorge Remigio - Blog Cariri Cangaço). Promovido a Tenente Coronel em 19/11/1842.
Maria José Barbosa
- (filha de 422 - Manoel Francisco da Silva) Inventário no Cartório de Villa Bella (Serra Talhada) iniciado em 02.04.1829. Fonte www.familysearch.org , por Joaquim Pereira da Silva #49258
José Pereira da Silva (Capitão Zezinho)
(✭aprox 1759, ✟1837) - (filho de 432 - Simplycio da Silva e 433 - Theresa de Jesus Maria) Capitão. Os ascendentes de José Pereira da Silva foram pesquisados por Joaquim Pereira da Silva e estão descritos na página 166 da Revista de História Municipal - CEHM, n. 12 - 2021. Tronco dos Pereiras da lendária Ribeira do Pajeú, no Sertão de Pernambuco. Diz-se em Serra Talhada que José Pereira chegara àquela região no século XVIII, egresso das Sesmarias do Alto Jaguaribe, nos Inhamuns, Estado do Ceará. Foi proprietário da Fazenda Carnaúba (mesmo nome da fazenda de seu pai), que pertence ao seu bisneto, deputado Argemiro Pereira. Algumas informações sobre os seus filhos foram obtidas do blog Cariri Cangaço - A chegada de Sinhô Pereira ao Cariri Cangaço Parte I Por: Jorge Remigio (http://cariricangaco.blogspot.com.br/2013/03/a-chegada-de-sinho-pereira-ao-cariri.html?m=1). Foi dono da fazenda Mocambo. Capitão de Ordenanças, Vereador de Flores, Presidente da Câmara do Senado de Flores, Juiz Ordinário de Vila Bela, conforme documentos visto por Joaquim Pereira da Silva Fonte: Sérgio Elias Wanderley.
Manoel Lopes Diniz
(✭17-01-1709, ✟07-12-1796) - (filho de 704 - Bento Lopes e 705 - Águeda Maria Diniz) De Santo André de Marecos, no Conselho de Penafiel, cidade e bispado do Porto, Portugal. Fundador da Fazenda Panela d'Água, em Floresta do Navio. Panela D'água era uma antiga fazenda de gado situada ao Leste da Serra do Arapuá no Sertão do Pajeú, arrendada em 1756 ao morgado da Casa da Torre na Bahia, e pertencente à Francisco Garcia D'Avila Pereira e Aragão proprietário destas terras na Provincia de Pernambuco, pelo portugues Manoel Lopes Diniz e posteriormente comprada por seu filho José Lopes Diniz.
Aniceto Nunes da Silva
(✟25-10-1823) - (filho de 836 - Manoel Nunes da Silva e 837 - Francisca das Chagas Pimenta) Capitão-Mor. Foi o proprietário no Sertão, além da fazenda Sabá, de mais de 20 léguas de terras de extensão, subdivididas em 8 fazendas: Tamboril (que havia sido de Domingos Afonso), Balanças, Conceição, São Boa Ventura, Sítio (que mais tarde se transformou na cidade de Sítio dos Nunes), São Gonçalo, São Domingos e parte da antiga Fazenda das Flores, todas herdadas de seu pai. Inventário feito no 1º Cartório de Flores. A data de falecimento está conforme livro de tombo da Igreja de Flores. Enterrado por seu filho João Nunes no Sítio dos Nunes. Quando faleceu tinha entre 95 a 98 anos de idade. Informações de seu pentaneto Saulo Duarte.
José Carlos Rodrigues do Nascimento
(✭1730, ✟1797) - (filho de 868 - José Rodrigues de Carvalho e 869 - Maria da Rocha Mota) O abastado fazendeiro José Carlos Rodrigues, remanescente dos fundadores da Casa da Torre e dono da fazenda Sabonete, situada no lugar em que está hoje Bom Nome, com sua esposa, Ana Joana Batista Pereira da Cunha, deixaram 8 filhos, sendo 6 mulheres e 2 homens. A filha Jacinta foi esposa de José Pereira da Silva. Outra, chamada Maria Manoela do Nascimento, foi esposa do português João Antônio Ramos Nogueira. Outra, foi esposa de José Mariano de Sá (de Floresta-PE), a qual o abastado fazendeiro deu a propriedade Canafístula. Outra, foi mulher de um rapaz da fazenda Ema (em Floresta-PE). Outra, casou na família Lacerda, e outra ainda, foi casada com um rapaz da fazenda Jazido, em Vila Bela. Os dois rapazes casaram. O primeiro, com uma moça do Pato (na ribeira do Pajeú), e o segundo, Gonçalo Rodrigues do Nascimento (falecido em 22/7/1878 aos 82 anos de idade), foi casado com a cearense Vitoriana Gomes de Oliveira (falecida em 16/4/1879 aos 75 anos de idade). (do livro "São José do Belmonte" de Valdir Nogueira, página 255).
Manoel de Barros e Souza
(✭aprox 1660, ✟após 1714) - (filho de 2828 - Manoel de Azevedo e Silva e 2829 - Violante Maria de Andrade Lobo) Manoel de Barros e Sousa, Souza, nasceu em Arrifana de Sousa, Penafiel, Porto. Sebastião Diogo de Barros e Sousa Lobo, Processo de Habilitação Ordens Menores, 1787. Natural do Reino do Algarve, estudante, filho de Manoel de Azevedo e Silva e de D. Violante Maria de Andrade Lobo, naturais da Vila de Loulé, Faro. Neto paterno do Sargento Mor Diogo de Barros e Sousa, n. na Vila de Loulé, Faro, e de D. Joana de Azevedo e Silva, n. na Freguesia de São Sebastião dos Carros, termo da Vila de Mértola, Beja. Processo de Sebastião Diogo de Barros Sousa Lobo, residente em Loulé, filho de Manuel de Azevedo e Silva e de Violante Maria de Andrade Lobo. Ordens menores 1787. PT/ADBJA/DIO/CEBJA/002/0531.
Manoel de Barros e Sousa casou-se com Joana Fagundes da Silveira, natural de Pé do Banco, Sergipe. Filhos: 1.-3. 1. Beatriz de Sousa da Silveira, Pambu, Bom Conselho, Bahia. Casou-se com o Tenente Coronel Luís Furtado Leite e Almeida nasceu a 13 de fevereiro de 1700, na Freguesia da Povoação, Ilha de São Miguel, Açores, filho de Lourenço de Almeida Carneiro e de Isabel Furtado de Mendonça. Ver filhos no título Luís Furtado Leite e Almeida. 2. Joana Fagundes de Sousa, Pambu, Bom Conselho, Bahia, casou-se com o Sargento Mor Manoel da Cruz Neves, natural do Porto. Ver filhos no título Manoel da Cruz Neves. 3. Isabel de Sousa da Silveira, n. Pé do Banco, Sergipe. Casou-se com o Sargento Mor Antônio Pereira Lima, natural da Freguesia de Geraz de Lima. Ver filhos no título Antônio Pereira Lima.
Registrou-se:- Manoel de Barros e Souza c.c. Mariana Dias, pais de: 1. Serafim Rabelo da Silveira, natural do Cabrobó, Pernambuco. Casou-se (1) com Ana Francisca. Casou-se (2) a 16 de janeiro de 1797, na Igreja Matriz de São José do Cariri Novo, Missão Velha, com Vicência Brígida da Conceição, n. Cariri cearense, filha de Antônio da Costa e de Lourença do Rosário, solteira. Cf. Livro de Matrimônio, Missão Velha. 1790/1800. 123. Cf. Livro de Batismos, Missão Velha. 1748/1764. familysearch.org. 65.
Fonte: Siará Grande – Uma Provincia Portuguesa no Nordeste Oriental do Brasil, página 1774, registro nº 1527. , Autor: LIMA, Francisco Araujo, Fortaleza, 2016.
Antônio Teixeira
(✭sec xvi, ✟1658) Padre. Foi cura em Santiago de Valpedre, Porto - Portugal, entre 1603 e 1605, e vigário de São Miguel de Arcozelo, bispado do Porto, Portugal, entre 1622 e 1658.
Nota explicativa da numeração: A primeira pessoa da relação tem sempre o número '1'.
Em seguida, se for um número par, significa que é o pai da pessoa que tem aquele número divido por 2.
Por exemplo, a pessoa de número 40 é o pai da pessoa de número 20. Se for um número ímpar, significa que é
a mãe da pessoa que tem o aquele número - 1, dividido por 2. Por exemplo, a pessoa de número 41 é a mãe da
pessoa de número 20 ((41 - 1) / 2 = 20).
Blog de Eugênio Pacelly Alves com muitas informações sobre a família
Feitosa do sertão dos Inhamuns e da família Capuxú da Serra da Ibiapaba,
no Ceará.
Uma organização internacional sem fins lucrativos que oferece
ferramentas gratuitas para ajudá-lo a descobrir sua genealogia.
Muitas pessoas aqui neste site já possuem links para seus registros no Family Search.